sexta-feira, 1 de março de 2013
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
quinta-feira, 29 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
Novas dicas... sobre pincéis.
Saber usar os pincéis adequados é muito importante para se obter o efeito desejado.
Para fazer pequenas folhas e pétalas, use o língua de gato, utilizado lateralmente.
Para o sombreamento, pincel chanfrado (esse vale um investimento maior, pois alguns pincéis importados realizam facilmente o efeito de sombreamento, coisa que você vai ter que suar um pouco mais com os similares nacionais).
Também é possível um efeito muito legal com os pincéis de luz seca e o "stencil". Sempre descarregando o excesso de tinta, cobrir os desenhos do modelo com suavidade, pode conferir um degradê bem interessante.
Os chamados pincéis para "assinar" (aqueles bem fininhos) são excelentes para produzir traços finos e firmes, com grande precisão, como se fossem feitos a lápis.
Em breve mais algumas dicas...
Para fazer pequenas folhas e pétalas, use o língua de gato, utilizado lateralmente.
Para o sombreamento, pincel chanfrado (esse vale um investimento maior, pois alguns pincéis importados realizam facilmente o efeito de sombreamento, coisa que você vai ter que suar um pouco mais com os similares nacionais).
Também é possível um efeito muito legal com os pincéis de luz seca e o "stencil". Sempre descarregando o excesso de tinta, cobrir os desenhos do modelo com suavidade, pode conferir um degradê bem interessante.
Os chamados pincéis para "assinar" (aqueles bem fininhos) são excelentes para produzir traços finos e firmes, com grande precisão, como se fossem feitos a lápis.
Em breve mais algumas dicas...
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Agitação...
Olá, pessoas...
Confesso que estou um pouco agitada nesses últimos dias, além dos transtornos decorrentes do tempo seco, as velhas conhecidas enxaqueca e sinusite, fui surpreendida com mais uma novidade: um desvio obstrutivo do septo nasal. Como consegui essa proeza? Pasmem, o desvio nasceu comigo! Aliás não diria que é um desvio. Simplesmente o septo perdeu o rumo dentro do meu nariz. Aconselha-se intervenção cirúrgica. Como a única cirurgia que realizei foi a extração de um ciso, vocês podem imaginar o quanto estou assustada. Engano. Estou em pânico. Creio que até ontem não tinha me dado conta da situação integralmente, mas hoje estou tensa, ansiosa mesmo. De qualquer forma, ainda não tenho um parecer definitivo e por isso devo tratar de me acalmar.
Confesso que estou um pouco agitada nesses últimos dias, além dos transtornos decorrentes do tempo seco, as velhas conhecidas enxaqueca e sinusite, fui surpreendida com mais uma novidade: um desvio obstrutivo do septo nasal. Como consegui essa proeza? Pasmem, o desvio nasceu comigo! Aliás não diria que é um desvio. Simplesmente o septo perdeu o rumo dentro do meu nariz. Aconselha-se intervenção cirúrgica. Como a única cirurgia que realizei foi a extração de um ciso, vocês podem imaginar o quanto estou assustada. Engano. Estou em pânico. Creio que até ontem não tinha me dado conta da situação integralmente, mas hoje estou tensa, ansiosa mesmo. De qualquer forma, ainda não tenho um parecer definitivo e por isso devo tratar de me acalmar.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Pausa nas caixinhas...
Elas vão ter que esperar um pouquinho... nesse mês de julho o projeto é redecorar a casa parte 1: a pintura.
Até janeiro mais novidades... bjs.
sábado, 25 de junho de 2011
Sensação estranha...
Passei os últimos minutinhos relendo algumas das postagens anteriores, em especial, as de 2010. Uma diversão bem interessante ler algo que você mesmo criou. Por vezes, recria-se uma sensação inesperada, que lhe confere algumas boas surpresas de momentos únicos e eternamente registrados.
Mas estranho mesmo é ter a sensação de estar lendo o texto de uma outra pessoa e pensar... "e não é que tá bonitinho", rs, rs. A explicação possível é que a cada dia tornamo-nos pessoas distintas. Periodicamente experimentamos conquistas, frustrações, alegrias. Ganhamos experiência no que executamos e no que ouvimos. Criamos novos laços afetivos. Procuramos desfazer desafetos. E se disso tudo aproveitamos algo para aprendermos, certamos nos tornamos pessoas distintas. Distintas e melhores.
Mas estranho mesmo é ter a sensação de estar lendo o texto de uma outra pessoa e pensar... "e não é que tá bonitinho", rs, rs. A explicação possível é que a cada dia tornamo-nos pessoas distintas. Periodicamente experimentamos conquistas, frustrações, alegrias. Ganhamos experiência no que executamos e no que ouvimos. Criamos novos laços afetivos. Procuramos desfazer desafetos. E se disso tudo aproveitamos algo para aprendermos, certamos nos tornamos pessoas distintas. Distintas e melhores.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
Feliz Páscoa!
Mais que comer chocolate ou garantir o bacalhau da semana santa, seria importante que as pessoas repensassem o significado da Páscoa, como um momento de renascimento. Independentemente do credo religioso, creio que seríamos muito mais humanos se, de tempos em tempos, aproveitássemos as oportunidades de revermos conceitos e melhorarmos como pessoas.
sábado, 8 de janeiro de 2011
Cine Belas Artes
O Cine Belas Artes está com seus dias contados. O prédio em que se localiza o cinema, ponto de encontro da cultura, numa das ruas mais conhecidas da nossa cidade, pertencia a um proprietário que recentemente faleceu. Seus herdeiros tencionam vender o imóvel, condenando ao fechamento esse importante endereço de São Paulo.
Creio que muito em breve veremos a sua "nota de falecimento" estampada na imprensa. Nessas horas me pergunto sobre a possibilidade de o poder público salvar esse inestimável patrimônio. Por outro lado, ao ver a situação caótica em que se encontra a educação, tenho minhas dúvidas com relação às suas posturas.
Mas ainda tenho uma última proposta: abro mão de todo o rebuliço de uma copa do mundo no Brasil por um Cine Belas Artes.
O que vocês acham???
Creio que muito em breve veremos a sua "nota de falecimento" estampada na imprensa. Nessas horas me pergunto sobre a possibilidade de o poder público salvar esse inestimável patrimônio. Por outro lado, ao ver a situação caótica em que se encontra a educação, tenho minhas dúvidas com relação às suas posturas.
Mas ainda tenho uma última proposta: abro mão de todo o rebuliço de uma copa do mundo no Brasil por um Cine Belas Artes.
O que vocês acham???
Curiosidade
Há um bom tempo, lendo a respeito da história da Penha (zona leste) e adjacências, descobri algo bastante interessante. Os indígenas, que na ocasião ocupavam as regiões hoje conhecidas como Vila Matilde, Aricanduva, Vila Carrão, sabiam aproveitar as potencialidades do local. Aproveitavam a vazante do rio Aricanduva para o plantio, uma vez que as regiões alagadas anualmente eram bastante férteis.
Infelizmente esquecemos a boa lição de nossos indígenas: respeitar o ciclo natural da natureza. São largas avenidas invadindo os leitos dos rios, ocupações desordenadas, falta de planejamento e falta de educação - que o digam os bueiros de nossa cidade, transformados em verdadeiras latas de lixo.
Infelizmente esquecemos a boa lição de nossos indígenas: respeitar o ciclo natural da natureza. São largas avenidas invadindo os leitos dos rios, ocupações desordenadas, falta de planejamento e falta de educação - que o digam os bueiros de nossa cidade, transformados em verdadeiras latas de lixo.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Reflexões de fim de ano
Habitualmente as pessoas aproveitam a ocasião para refletir sobre seus atos e planejar metas para o ano que se inicia. Invariavelmente propõem-se melhorias físicas, financeiras ou pessoais, que podem ir da dieta à compra de um apartamento, de um novo curso a um novo emprego, do abandono de um vício à prática esportiva.
Mas nesse movimento de mudança, quantos realmente pensam em como se tornar uma pessoa melhor? Não apenas mais magra, mas bem sucedida, mais saudável, mais culta. Mas uma pessoa mais altruísta, mais bem-humorada, menos egoísta, mais sociável, menos amargurada, menos rancorosa, menos vingativa. Toda e qualquer reforma que possamos realizar deve começar de dentro para fora.
Infelizmente não é o que vejo comumente. E o estado de graça e benevolência proporcionado pelo Natal dura apenas até a primeira conta chegar (que pode ser a fatura do cartão de crédito ou o boleto do IPVA... ui, esse dói!). Já se colocam como críticos profissionais e criticam o governo, o trânsito, a chuva, o sol, a falta de dinheiro, o excesso de trabalho, a família. Falam de ódio, inimizade, tristeza como se falassem do último capítulo da novela (eh,eh , que também não está muito diferente disso) e parecem viver num eterno estado de cólera.
Agora apenas uma perguntinha bem simples: se você está se comportando dessa forma, se para você o mundo tá torto, se todos precisam do seu toque pessoal para se tornarem toleráveis, se o dia é ruim, faça chuva ou faça sol... será que o problema realmente está no que existe? Será que o problema não é você? Como já disse, acredito realmente que, toda e qualquer reforma começa de dentro para fora. Até para ver um mundo mais bonito, tenho que ter uma alma mais bonita!
Mas nesse movimento de mudança, quantos realmente pensam em como se tornar uma pessoa melhor? Não apenas mais magra, mas bem sucedida, mais saudável, mais culta. Mas uma pessoa mais altruísta, mais bem-humorada, menos egoísta, mais sociável, menos amargurada, menos rancorosa, menos vingativa. Toda e qualquer reforma que possamos realizar deve começar de dentro para fora.
Infelizmente não é o que vejo comumente. E o estado de graça e benevolência proporcionado pelo Natal dura apenas até a primeira conta chegar (que pode ser a fatura do cartão de crédito ou o boleto do IPVA... ui, esse dói!). Já se colocam como críticos profissionais e criticam o governo, o trânsito, a chuva, o sol, a falta de dinheiro, o excesso de trabalho, a família. Falam de ódio, inimizade, tristeza como se falassem do último capítulo da novela (eh,eh , que também não está muito diferente disso) e parecem viver num eterno estado de cólera.
Agora apenas uma perguntinha bem simples: se você está se comportando dessa forma, se para você o mundo tá torto, se todos precisam do seu toque pessoal para se tornarem toleráveis, se o dia é ruim, faça chuva ou faça sol... será que o problema realmente está no que existe? Será que o problema não é você? Como já disse, acredito realmente que, toda e qualquer reforma começa de dentro para fora. Até para ver um mundo mais bonito, tenho que ter uma alma mais bonita!
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Ops... tô de volta!!!

Olá, pessoal.
Depois de algum tempo de pouca criatividade estou de volta... dessa vez com um texto sobre o dia de hoje...
...dezembro
Hoje é um dia atípico.
É um não-dia.
Daqueles que podemos
riscar do calendário antes de começar.
Em que o amanhã deveria vir
depois do ontem.
Nesse dia o egoísmo sobrepôs-se a tudo
Aprisionou, amordaçou, incendiou...
Mas amor é fênix
e o hoje não durou para sempre.
Fernanda Zientara.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
País sem educação
Lamentavelmente o país assiste a mais um caso exemplar de falta de educação.
Não bastassem todos os palavrões cabeludos que se escutam por toda parte, sem o devido respeito ao nossos ouvidos.
Não bastassem as barbaridades observadas no trânsito, em que alguns condutores não se sentem donos de seus veículos, mas do mundo.
Vemos mães e pais sem qualquer autoridade e reféns de seus filhos, pequenos e mimados soberanos nos lares brasileiros.
A escola não goza de melhor situação. Sem qualquer exemplo no âmbito doméstico, os alunos desrespeitam com frequência professores e funcionários.
Pessoas jogam lixo nas ruas, nas calçadas e na janela do vizinho do apartamento de baixo.
Entretanto o que mais me intriga é a total ausência de punição, repreensão ou qualquer coisa do gênero. Em alguns casos a sensação é de que os mal educados são, inclusive, premiados. É só espernear um pouquinho que lá vêm "o direito de expressão", o "ECA", as "regras do condomínio", os "direitos humanos", o "papa", o "pastor", "Deus" e o "diabo"... Enfim, todo mundo para proteger o desvalido tirano.
Nestas duas últimas semanas tivemos mais um episódio, digno de reprovação geral. Neymar (que não chamarei aqui de jogador, pois creio que a posição pressupõe outros atributos, além de jogar bola) ficou irritado com o técnico e com o capitão de seu próprio time, porque ele queria cobrar um pênalti. Que alguém se irrite com o adversário ou com o juiz é completamente compreensível. Porém, por mais estressante que seja a situação, trata-se de uma competição esportiva e como sugere a própria essência do esporte, é necessário ter respeito, medir suas palavras.
Aparentemente o jovem Neymar não sabe ao certo o que quer dizer essa palavra. Desrespeitou Dorival Júnior com palavras que é mais educado não reproduzir nesta página. Comportou-se como um moleque, como uma criança mimada. Com toda razão, o técnico solicitou à diretoria que fosse tomada alguma atitude a respeito. Afastado da equipe, Neymar também foi penalizado com uma multa.
Até aí, perfeito. Mas eis que Dorival, ainda aborrecido com o excesso de estrelismo do moleque, deixa-o de fora do clássico contra o Corinthians. Foi a gota d'água. Para que o rapaz se emendasse? Nada disso. Foi a gota d'água para que o técnico fosse demitido.
Infelizmente, a diretoria do Santos dá um péssimo exemplo a todos os jovens deste país, ao dar maior importância aos pontos no campeonato que a uma medida realmente educativa. A falta de educação foi mais uma vez premiada.
Espero que, ao menos, os pais desse rapaz possam transformá-lo realmente em um jogador de futebol, um atleta, coisa que ele ainda não é. E talvez não chegue a sê-lo, se dependermos dos dirigentes dos clubes brasileiros.
Não bastassem todos os palavrões cabeludos que se escutam por toda parte, sem o devido respeito ao nossos ouvidos.
Não bastassem as barbaridades observadas no trânsito, em que alguns condutores não se sentem donos de seus veículos, mas do mundo.
Vemos mães e pais sem qualquer autoridade e reféns de seus filhos, pequenos e mimados soberanos nos lares brasileiros.
A escola não goza de melhor situação. Sem qualquer exemplo no âmbito doméstico, os alunos desrespeitam com frequência professores e funcionários.
Pessoas jogam lixo nas ruas, nas calçadas e na janela do vizinho do apartamento de baixo.
Entretanto o que mais me intriga é a total ausência de punição, repreensão ou qualquer coisa do gênero. Em alguns casos a sensação é de que os mal educados são, inclusive, premiados. É só espernear um pouquinho que lá vêm "o direito de expressão", o "ECA", as "regras do condomínio", os "direitos humanos", o "papa", o "pastor", "Deus" e o "diabo"... Enfim, todo mundo para proteger o desvalido tirano.
Nestas duas últimas semanas tivemos mais um episódio, digno de reprovação geral. Neymar (que não chamarei aqui de jogador, pois creio que a posição pressupõe outros atributos, além de jogar bola) ficou irritado com o técnico e com o capitão de seu próprio time, porque ele queria cobrar um pênalti. Que alguém se irrite com o adversário ou com o juiz é completamente compreensível. Porém, por mais estressante que seja a situação, trata-se de uma competição esportiva e como sugere a própria essência do esporte, é necessário ter respeito, medir suas palavras.
Aparentemente o jovem Neymar não sabe ao certo o que quer dizer essa palavra. Desrespeitou Dorival Júnior com palavras que é mais educado não reproduzir nesta página. Comportou-se como um moleque, como uma criança mimada. Com toda razão, o técnico solicitou à diretoria que fosse tomada alguma atitude a respeito. Afastado da equipe, Neymar também foi penalizado com uma multa.
Até aí, perfeito. Mas eis que Dorival, ainda aborrecido com o excesso de estrelismo do moleque, deixa-o de fora do clássico contra o Corinthians. Foi a gota d'água. Para que o rapaz se emendasse? Nada disso. Foi a gota d'água para que o técnico fosse demitido.
Infelizmente, a diretoria do Santos dá um péssimo exemplo a todos os jovens deste país, ao dar maior importância aos pontos no campeonato que a uma medida realmente educativa. A falta de educação foi mais uma vez premiada.
Espero que, ao menos, os pais desse rapaz possam transformá-lo realmente em um jogador de futebol, um atleta, coisa que ele ainda não é. E talvez não chegue a sê-lo, se dependermos dos dirigentes dos clubes brasileiros.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Acho que o PSTU leu o meu blog...
Hoje, vendo televisão, entre um programa e outro, fiquei surpreendida com a propaganda política do PSTU (aquele do "contra burguês vote 16"), defendendo a quebra de sigilo geral...
Será que alguém do partido deu uma passadinha por aqui??? rs, rs.
É claro que o PSTU aproveitou o mote para "descer a lenha" em petistas, tucanos, de direita, de centro direita.
Apenas não criticaram os desnorteados, aqueles que ainda não sabem que o muro de Berlim "já" caiu... ops... acho falei demais.
Será que alguém do partido deu uma passadinha por aqui??? rs, rs.
É claro que o PSTU aproveitou o mote para "descer a lenha" em petistas, tucanos, de direita, de centro direita.
Apenas não criticaram os desnorteados, aqueles que ainda não sabem que o muro de Berlim "já" caiu... ops... acho falei demais.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
Projeto de lei
Tenho uma proposta de projeto de lei para acabar com essa baixaria generalizada durante as campanhas políticas.
Que todos os sigilos sejam quebrados, nos bancos ou na receita federal. Que todas as contas sejam passadas a limpo, de todos os candidatos, de todos os seus familiares, de todos os seus parentes, de primeiro, de segundo, de terceiro graus.
Assim, nenhum político sacana vai se infiltrar na receita federal para uma devassa nas contas de seus adversários. E seus adversários também não vão poder posar de coitadinhos ante a opinião pública.
Apenas como exemplo, na gestão Kassab, todos os salários dos funcionários da prefeitura são divulgados, a título de transparência administrativa. Nada mais justo que expor as condições financeiras de todo e qualquer candidato a cargo eletivo.
Desta forma, paramos de sentir náuseas com tanta perda de tempo e a completa falta de planos de governo.
Também poderemos ter mais prazer com a diversão garantida de todas as noites. Alguém aí já viu alguns dos ilustres candidatos? A lista é farta:
Pé Vermelho (?), Chinelo (já podem formar uma dupla sertaneja), Tiririca (sem comentários), Batoré (idem), Mulher Pera (ainda não vi as outras frutinhas), Simony, Paulo Maluf (esse tem a ficha limpa????), Ronaldo Esper (garantindo que vaso ruim quebra... o que ele quer dizer com isso? rs, rs), Lucia do Postinho, Kiko e Leandro do KLB (parece que o grupo foi para o vinagre mesmo), Vampeta, Dinei, Marcelinho Carioca (mais alguém do Corinthians como candidato?), Tandão, Magrão (e outros aumentativos).
Mas o melhor mesmo é o candidato ao senado, Ciro, cujo número é 360. Ele promete uma transformação de 360 graus, kkkkkk. Com um giro de 360 graus, o máximo que se consegue é voltar ao mesmo lugar. É isso que ele chama transformação?????
Que todos os sigilos sejam quebrados, nos bancos ou na receita federal. Que todas as contas sejam passadas a limpo, de todos os candidatos, de todos os seus familiares, de todos os seus parentes, de primeiro, de segundo, de terceiro graus.
Assim, nenhum político sacana vai se infiltrar na receita federal para uma devassa nas contas de seus adversários. E seus adversários também não vão poder posar de coitadinhos ante a opinião pública.
Apenas como exemplo, na gestão Kassab, todos os salários dos funcionários da prefeitura são divulgados, a título de transparência administrativa. Nada mais justo que expor as condições financeiras de todo e qualquer candidato a cargo eletivo.
Desta forma, paramos de sentir náuseas com tanta perda de tempo e a completa falta de planos de governo.
Também poderemos ter mais prazer com a diversão garantida de todas as noites. Alguém aí já viu alguns dos ilustres candidatos? A lista é farta:
Pé Vermelho (?), Chinelo (já podem formar uma dupla sertaneja), Tiririca (sem comentários), Batoré (idem), Mulher Pera (ainda não vi as outras frutinhas), Simony, Paulo Maluf (esse tem a ficha limpa????), Ronaldo Esper (garantindo que vaso ruim quebra... o que ele quer dizer com isso? rs, rs), Lucia do Postinho, Kiko e Leandro do KLB (parece que o grupo foi para o vinagre mesmo), Vampeta, Dinei, Marcelinho Carioca (mais alguém do Corinthians como candidato?), Tandão, Magrão (e outros aumentativos).
Mas o melhor mesmo é o candidato ao senado, Ciro, cujo número é 360. Ele promete uma transformação de 360 graus, kkkkkk. Com um giro de 360 graus, o máximo que se consegue é voltar ao mesmo lugar. É isso que ele chama transformação?????
Nosso Lar
Adepta do espiritismo há muitos anos (melhor nem dizer quantos, rs, rs), devo confessar a satisfação que sinto com a chegada da mais nova produção brasileira: Nosso Lar.
Se eu vou assistir??? Já assisti, rs, rs.
Para quem conhece a obra homônima, psicografada pelo médium Chico Xavier, certamente ficará feliz com a fidelidade do roteiro. As imagens e a música também são de encher a alma.
A história narra a trajetória do médico André Luiz após a sua morte. Sofre longo período, relembrando cenas de sua vida na terra, até o momento que suplica por ajuda e é resgatado pela equipe do Nosso Lar. O resto... vocês já sabem (ou podem ficar aí imaginando).
Certamente me senti mais leve após a exibição da película, depois de algumas lágrimas e de alguns lencinhos de papel(os quais agradeço a minha amiga Nel, sempre mais prevenida que eu, rs, rs), observamos que sempre há tempo para recomeçar e tentar ser alguém melhor.
Se eu vou assistir??? Já assisti, rs, rs.
Para quem conhece a obra homônima, psicografada pelo médium Chico Xavier, certamente ficará feliz com a fidelidade do roteiro. As imagens e a música também são de encher a alma.
A história narra a trajetória do médico André Luiz após a sua morte. Sofre longo período, relembrando cenas de sua vida na terra, até o momento que suplica por ajuda e é resgatado pela equipe do Nosso Lar. O resto... vocês já sabem (ou podem ficar aí imaginando).
Certamente me senti mais leve após a exibição da película, depois de algumas lágrimas e de alguns lencinhos de papel(os quais agradeço a minha amiga Nel, sempre mais prevenida que eu, rs, rs), observamos que sempre há tempo para recomeçar e tentar ser alguém melhor.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Vírus (algumas digressões a respeito)
Sem querer criar alarde ou pânico entre a população, creio que há um novo vírus circulando por aí.
Não, não é nada que vá destruir seu HD completamente ou lançar inúmeros SPAMs por aí. É muito pior que isso.
Ainda não se sabe a forma de transmissão, mas aparentemente afeta apenas as mulheres. (Pronto, cara amiga, pode entrar em pânico).
Sua maior incidência se dá entre mulheres com mais de 30 anos. Estão no grupo de risco mulheres inteligentes, independentes, que pagam suas contas regularmente, possuem empregos estáveis, nível superior ou pós-graduação (e também mestrado, doutarado, pós-doutorado, PHD), com cultura considerável.
O sintoma mais característico é a fuga desesperada do gênero masculino, que ao deparar-se com uma mulher infectada, entra em pânico, treme de medo (se borra todo ante a possibilidade de ela ser mais inteligente, ganhar mais, falar de qualquer assunto e ainda corrigi-lo em público).
Sua manifestação pode dar-se de forma gradual e tem-se a impressão de que pouco a pouco os homens estão entrando em extinção.
Pode ainda ser repentina. De uma hora para outra aquele homem interessante desaparece sem grandes explicações.
Deixando a ficção de lado, é difícil não sentir uma sensação de epidemia quando pensamos no tema. Cada vez mais observamos amigas bonitas, inteligentes, interessantes sozinhas. Algumas por opção, certamente. Mas muitas procuram alguém. Não uma tábua de salvação, porque disso definitivamente nenhuma delas precisa. Mas um companheiro, um cúmplice. Alguém que esteja disposto a compartilhar experiências e sentimentos.
Há quem diga que muitos homens estão na mesma situação, procurando alguém para dividir a vida. Entretanto como não pude comprovar essa história de que os homens também se sentem sozinhos, creio que ela ainda se inclua entre as mais recentes lendas urbanas.
Não, não é nada que vá destruir seu HD completamente ou lançar inúmeros SPAMs por aí. É muito pior que isso.
Ainda não se sabe a forma de transmissão, mas aparentemente afeta apenas as mulheres. (Pronto, cara amiga, pode entrar em pânico).
Sua maior incidência se dá entre mulheres com mais de 30 anos. Estão no grupo de risco mulheres inteligentes, independentes, que pagam suas contas regularmente, possuem empregos estáveis, nível superior ou pós-graduação (e também mestrado, doutarado, pós-doutorado, PHD), com cultura considerável.
O sintoma mais característico é a fuga desesperada do gênero masculino, que ao deparar-se com uma mulher infectada, entra em pânico, treme de medo (se borra todo ante a possibilidade de ela ser mais inteligente, ganhar mais, falar de qualquer assunto e ainda corrigi-lo em público).
Sua manifestação pode dar-se de forma gradual e tem-se a impressão de que pouco a pouco os homens estão entrando em extinção.
Pode ainda ser repentina. De uma hora para outra aquele homem interessante desaparece sem grandes explicações.
Deixando a ficção de lado, é difícil não sentir uma sensação de epidemia quando pensamos no tema. Cada vez mais observamos amigas bonitas, inteligentes, interessantes sozinhas. Algumas por opção, certamente. Mas muitas procuram alguém. Não uma tábua de salvação, porque disso definitivamente nenhuma delas precisa. Mas um companheiro, um cúmplice. Alguém que esteja disposto a compartilhar experiências e sentimentos.
Há quem diga que muitos homens estão na mesma situação, procurando alguém para dividir a vida. Entretanto como não pude comprovar essa história de que os homens também se sentem sozinhos, creio que ela ainda se inclua entre as mais recentes lendas urbanas.
domingo, 29 de agosto de 2010
Quando agosto termina?
Enquanto não acabo a próxima caixinha que, confesso, está me dando um certo trabalho, penso em como poderiamos simplesmente eliminar o mês de agosto sem grandes prejuízos para a humanidade. E antes que leoninos e virginianos me joguem uma praga (coisa desnecessária no momento, como se verá mais adiante) poderíamos negociar uma nova data de aniversário, no dia em que lhes parecesse melhor, a título de compensação.
Além de ser considerado mês de mau agouro, tempo do cachorro louco, época de azar, podemos conferir no calendário a escassez do mês: trinta e um dias e nenhum feriadinho sequer. Pode haver mês mais minguadinho?
Minguadinho nas folgas, minguadinho no dinheiro (após aquelas férias de julho, tão proveitosas), minguadinho de umidade (que seca é essa, gente?), minguadinho na sorte (veja como a mega-sena tem acumulado), minguadinho na paz(com tanto político hipócrita invadindo o recesso do nosso sagrado lar).
Este ano está bem minguadinho para mim. Tudo começou com uma sinusite que parecia incurável. Várias radiografias, antibióticos e anti-inflamatórios depois ela continua comodamente instalada no meu nariz.
Perdi pessoas queridas. Velório, cemitério e uma sensação de que havia sido abandonada por alguém que está fazendo uma falta danada.
Pensei que as experiências dolorosas tivessem chegado ao fim. Mas no último sábado quebrei o dedinho do pé esquerdo.
Com o pezinho para cima nesse momento, tenho me dedicado à reflexão e considero que tenho vivido momentos ruins em outros agostos. Mas felizmente, sempre houve setembros que me fizeram florescer e me fizeram perceber que, apesar das vicissitudes, em cada dor existia uma lição para o engrandecimento pessoal. O último agosto tenebroso foi há cinco anos. A pessoa que mais amava na ocasião saiu da minha vida e fechou a porta atrás de si definitivamente.
Mas felizmente chegaram novos setembros... chegaram o carinho e o amor de muitas pessoas. Chegaram novas oportunidades. Chegou um novo amor.
Neste ano, além das flores e da chuva para banhar esta cidade, espero recuperar-me da sinusite, recuperar-me das perdas emocionais e ter um dedinho novo.
Quando setembro começa?
Além de ser considerado mês de mau agouro, tempo do cachorro louco, época de azar, podemos conferir no calendário a escassez do mês: trinta e um dias e nenhum feriadinho sequer. Pode haver mês mais minguadinho?
Minguadinho nas folgas, minguadinho no dinheiro (após aquelas férias de julho, tão proveitosas), minguadinho de umidade (que seca é essa, gente?), minguadinho na sorte (veja como a mega-sena tem acumulado), minguadinho na paz(com tanto político hipócrita invadindo o recesso do nosso sagrado lar).
Este ano está bem minguadinho para mim. Tudo começou com uma sinusite que parecia incurável. Várias radiografias, antibióticos e anti-inflamatórios depois ela continua comodamente instalada no meu nariz.
Perdi pessoas queridas. Velório, cemitério e uma sensação de que havia sido abandonada por alguém que está fazendo uma falta danada.
Pensei que as experiências dolorosas tivessem chegado ao fim. Mas no último sábado quebrei o dedinho do pé esquerdo.
Com o pezinho para cima nesse momento, tenho me dedicado à reflexão e considero que tenho vivido momentos ruins em outros agostos. Mas felizmente, sempre houve setembros que me fizeram florescer e me fizeram perceber que, apesar das vicissitudes, em cada dor existia uma lição para o engrandecimento pessoal. O último agosto tenebroso foi há cinco anos. A pessoa que mais amava na ocasião saiu da minha vida e fechou a porta atrás de si definitivamente.
Mas felizmente chegaram novos setembros... chegaram o carinho e o amor de muitas pessoas. Chegaram novas oportunidades. Chegou um novo amor.
Neste ano, além das flores e da chuva para banhar esta cidade, espero recuperar-me da sinusite, recuperar-me das perdas emocionais e ter um dedinho novo.
Quando setembro começa?
sábado, 28 de agosto de 2010
Adoniran
O centenário de uma personalidade é sempre boa oportunidade para descobrirmos um pouco mais sobre a sua essência.
Sempre achei interessante a obra de Adoniran, entretanto, confesso que pouco conhecia ou pesquisei a seu respeito.
Recentemente, em um documentário, vi o próprio Adoniran explicando sobre suas escolhas linguísticas ao compor uma música. Não se tratava, como muitos podem imaginar, de um ignorante ou limitado que escrevia equivocadamente a língua portuguesa. Ao contrário, sua opção pela forma popular de expressão, explorando palavras que feriam gravemente a "norma culta", revelava a alma do artista que procura no diferente a graça, a leveza, o humor, ou, conforme suas próprias palavras, o pitoresco.
Segundo Houaiss, pitoresco pode ser aquilo "que diverte, recreativo" ou ainda aquilo "que é original de modo gracioso, envolvente, fascinante".
Fico imaginando se Adoniran ainda estivesse vivo. Melhor, fico imaginando como poderia dizer-se pitoresco fazendo músicas com os erros que lhe faziam na época tão autêntico. Hoje, pitoresco é utilizar um vocabulário mais diversificado, é ter um discurso estruturado. Pitoresco é fazer uso correto do subjuntivo. É respeitar toda e qualquer concordância. É saber que a letra S não é uma entidade mitológica e serve para se fazer o plural das palavras. É não cair na tentação do gerundismo e estar consciente dos usos do infinitivo flexionado.
Mas a época é outra. O sucesso constrói-se a partir da mediocridade que produz incessantemente "hits" que duram uma semana. Ou será que alguém imagina que, daqui a 100 anos, comemorar-se-á o centenário de alguma aberração artística do momento?
Comemorar-se-á???... Nossa, acabei de ser bem pitoresca, kkkk.
Sempre achei interessante a obra de Adoniran, entretanto, confesso que pouco conhecia ou pesquisei a seu respeito.
Recentemente, em um documentário, vi o próprio Adoniran explicando sobre suas escolhas linguísticas ao compor uma música. Não se tratava, como muitos podem imaginar, de um ignorante ou limitado que escrevia equivocadamente a língua portuguesa. Ao contrário, sua opção pela forma popular de expressão, explorando palavras que feriam gravemente a "norma culta", revelava a alma do artista que procura no diferente a graça, a leveza, o humor, ou, conforme suas próprias palavras, o pitoresco.
Segundo Houaiss, pitoresco pode ser aquilo "que diverte, recreativo" ou ainda aquilo "que é original de modo gracioso, envolvente, fascinante".
Fico imaginando se Adoniran ainda estivesse vivo. Melhor, fico imaginando como poderia dizer-se pitoresco fazendo músicas com os erros que lhe faziam na época tão autêntico. Hoje, pitoresco é utilizar um vocabulário mais diversificado, é ter um discurso estruturado. Pitoresco é fazer uso correto do subjuntivo. É respeitar toda e qualquer concordância. É saber que a letra S não é uma entidade mitológica e serve para se fazer o plural das palavras. É não cair na tentação do gerundismo e estar consciente dos usos do infinitivo flexionado.
Mas a época é outra. O sucesso constrói-se a partir da mediocridade que produz incessantemente "hits" que duram uma semana. Ou será que alguém imagina que, daqui a 100 anos, comemorar-se-á o centenário de alguma aberração artística do momento?
Comemorar-se-á???... Nossa, acabei de ser bem pitoresca, kkkk.
Ainda sobre escolhas e perdas
Naturalmente escolhas implicam perdas. Mas e as perdas que não escolhemos? Umas são fatalidades, vontade divina, conspiração do universo, karma ou qualquer outro nome que sua crença lhe sugerir (pois felizmente ainda estamos num país de liberdade religiosa, apesar de alguns mais fanáticos não terem sido avisados disso).
Outras, entretanto, tratam-se de escolhas alheias. Alguém, sabe-se lá o porquê, resolveu meter o dedo no seu destino, dizer algumas palavras atravessadas, tomar atitudes inesperadas e voilà... toda sua sensação de estabilidade e de certa tranquilidade perante a vida desabam completamente.
A situação pode trazer consequências diametralmente opostas e é possível pensar que, a aparente tragédia, nada mais é que a proposta de um novo caminho, de uma nova perspectiva de vida, de um "Graças a Deus, dessa eu me livrei". Mas quanto a amizade desfeita, os laços rotos com uma única expressão nos lábios: a recomendação de saber perdoar, sem sabê-lo?
O que fazer agora, que um novo 30 de agosto chega e resta apenas a vontade do abraço calado pela distância e pela surdez que nunca quis saber sua versão?
Fica apenas o desejo secreto e honesto de parabéns e muitas felicidades.
Outras, entretanto, tratam-se de escolhas alheias. Alguém, sabe-se lá o porquê, resolveu meter o dedo no seu destino, dizer algumas palavras atravessadas, tomar atitudes inesperadas e voilà... toda sua sensação de estabilidade e de certa tranquilidade perante a vida desabam completamente.
A situação pode trazer consequências diametralmente opostas e é possível pensar que, a aparente tragédia, nada mais é que a proposta de um novo caminho, de uma nova perspectiva de vida, de um "Graças a Deus, dessa eu me livrei". Mas quanto a amizade desfeita, os laços rotos com uma única expressão nos lábios: a recomendação de saber perdoar, sem sabê-lo?
O que fazer agora, que um novo 30 de agosto chega e resta apenas a vontade do abraço calado pela distância e pela surdez que nunca quis saber sua versão?
Fica apenas o desejo secreto e honesto de parabéns e muitas felicidades.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Encomendas...
Eita... já estou até recebendo encomendas. Tô ficando boa nisso, rs, rs. Só falta abrir negócio, montar minha barraquinha e sair vendendo.
PS... para quem me achou poética na última semana deve ter percebido que estou bem prosaica hoje.
Em breve mais coração, cérebro e pena (devidamente substituída pelo teclado) nas próximas postagens.
PS... para quem me achou poética na última semana deve ter percebido que estou bem prosaica hoje.
Em breve mais coração, cérebro e pena (devidamente substituída pelo teclado) nas próximas postagens.
Recomendações
Ainda sobre teatro, levando em consideração o comentário de meu amigo Guilherme, recomendo a peça "Ensina-me a viver", com Glória Menezes, ainda em cartaz na capital paulistana (ouvi falar, inclusive, que estão fazendo uma temporada promocional). O espetáculo é uma aula de interpretação e, principalmente, de vida.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Escolhas...
Toda escolha é uma perda. Resta-nos escolher entre as perdas. Talvez tenhamos que nos decidir pelo tamanho: entre as perdas, a menor. Pelo aspecto: entre as perdas, a melhor (se é que existe melhor nessa história de perdas). Pelo financeiro: entre as perdas, a de menor prejuízo. Pelo aspecto afetivo: entre as perdas, a menos dolorosa. Pelo aspecto prático: o que nos dê menos dor de cabeça.
Mas é possível que estejamos fazendo as escolhas erradas... o menos, o menor, o ínfimo.
Proponho uma alternativa... escolhamos o mais. O que nos dê mais prazer. O que nos proporcione mais amor. O que nos possibilite mais ócio. O que nos traga mais conhecimento. E se ainda assim, não for possível conciliar tudo e tivermos que fazer uma escolha, decidamos pelo caminho que nos ofereça mais de nós. Antes de conquistar o mundo, conquistemos a nós mesmos.
Mas é possível que estejamos fazendo as escolhas erradas... o menos, o menor, o ínfimo.
Proponho uma alternativa... escolhamos o mais. O que nos dê mais prazer. O que nos proporcione mais amor. O que nos possibilite mais ócio. O que nos traga mais conhecimento. E se ainda assim, não for possível conciliar tudo e tivermos que fazer uma escolha, decidamos pelo caminho que nos ofereça mais de nós. Antes de conquistar o mundo, conquistemos a nós mesmos.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Presenças, ausências.
A vida nutre-se de dicotomias. Os opostos complementam-se, sobrepõem-se, transformam-se. Assim o dia torna-se noite, o claro, escuro, a alegria, tristeza, a vida, morte, a essência, vazio.
Percebemos, então, que estamos cercados por presenças e ausências. Interessante observar que as ausências reforçam as presenças...
Esta semana foi particularmente uma semana de ausência, na sua acepção mais extrema: a morte, a perda, a separação, a dor. Mas os sentimentos reverberam e fazem surgir algo novo: a sensibilidade, a saudade, o carinho, a amizade.
Estou triste. Mas essa tristeza é energia transmutável. Brevemente trará a necessidade de recriar-se renascer. E apesar da dor, quero celebrar a vida e a amizade daqueles que me cercam.
Obrigada a todos que se consideram meus amigos
Percebemos, então, que estamos cercados por presenças e ausências. Interessante observar que as ausências reforçam as presenças...
Esta semana foi particularmente uma semana de ausência, na sua acepção mais extrema: a morte, a perda, a separação, a dor. Mas os sentimentos reverberam e fazem surgir algo novo: a sensibilidade, a saudade, o carinho, a amizade.
Estou triste. Mas essa tristeza é energia transmutável. Brevemente trará a necessidade de recriar-se renascer. E apesar da dor, quero celebrar a vida e a amizade daqueles que me cercam.
Obrigada a todos que se consideram meus amigos
Pintura sobre madeira
Decoupage
sábado, 7 de agosto de 2010
Dicas de artesanato
A seguir algumas dicas para quem faz decoupage:
Sempre molhe seus pincéis antes de iniciar uma nova pintura. Colocá-lo diretamente na tinta reduzirá sua vida útil.
Para as pinturas aquareladas, diretamente sobre a madeira, utilize pincéis redondos para obter maior precisão.
O pincel chanfrado é utilizado para o efeito de sombreamento. É essencial molhar o pincel anteriormente. Coloque tinta em 1/3 de sua extensão (nas cerdas mais longas) e retire o excesso no azulejo, antes de sombrear a sua peça.
É possível criar um desenho de própria autoria e reproduzi-lo em qualquer peça de madeira. Faz-se um fotocópia colorida do desenho original, impermeabilizando-o com goma laca. Depois é só colocá-lo na peça desejada.
Sempre molhe seus pincéis antes de iniciar uma nova pintura. Colocá-lo diretamente na tinta reduzirá sua vida útil.
Para as pinturas aquareladas, diretamente sobre a madeira, utilize pincéis redondos para obter maior precisão.
O pincel chanfrado é utilizado para o efeito de sombreamento. É essencial molhar o pincel anteriormente. Coloque tinta em 1/3 de sua extensão (nas cerdas mais longas) e retire o excesso no azulejo, antes de sombrear a sua peça.
É possível criar um desenho de própria autoria e reproduzi-lo em qualquer peça de madeira. Faz-se um fotocópia colorida do desenho original, impermeabilizando-o com goma laca. Depois é só colocá-lo na peça desejada.
domingo, 18 de julho de 2010
Teatro
Acabei de assistir à peça "Novas confissões das mulheres de 30". Sinceramente não me identifiquei com tipo algum. Que mulheres de 30 mais derrubadas.
Levando em consideração que o texto se baseia em relatos de mulheres reais, fico triste em ver tanta falta de autoestima. Nenhum dos tipos retratados pareceu-me forte ou independente, como a maioria das trintonas que vejo por aí. Felizes e seguras, conhecem suas limitações e estimam suas potencialidades, correm atrás da realização, tornam-se profissionais cada vez mais competentes, são exigentes quanto aos seus relacionamentos, mantêm uma vida saudável e cultuam corpos que podem causar inveja a muita adolescente da geração fast-food, ampliam horizontes, procuram vínculos verdadeiros e aprofundam seus conhecimentos. Com uma exceção ou outra, são essas as mulheres de trinta que conheço.
Estranhamente a peça me levou a pensar que não eram confissões, mas estereótipos das mulheres de 30. Talvez isso explique o fato de ouvirmos apenas risadas masculinas ou de mulheres que, evidentemente, não estavam nessa faixa etária.
Nesse aspecto, gostei muito mais da peça "Os homens são de Marte e é para lá que eu vou". O texto não pretende ser um retrato fiel das mulheres que já passaram dos trinta e gira em torno de Fernanda, personagem fictícia que aborda muito bem alguns dos nossos dilemas... Essa eu recomendo.
Levando em consideração que o texto se baseia em relatos de mulheres reais, fico triste em ver tanta falta de autoestima. Nenhum dos tipos retratados pareceu-me forte ou independente, como a maioria das trintonas que vejo por aí. Felizes e seguras, conhecem suas limitações e estimam suas potencialidades, correm atrás da realização, tornam-se profissionais cada vez mais competentes, são exigentes quanto aos seus relacionamentos, mantêm uma vida saudável e cultuam corpos que podem causar inveja a muita adolescente da geração fast-food, ampliam horizontes, procuram vínculos verdadeiros e aprofundam seus conhecimentos. Com uma exceção ou outra, são essas as mulheres de trinta que conheço.
Estranhamente a peça me levou a pensar que não eram confissões, mas estereótipos das mulheres de 30. Talvez isso explique o fato de ouvirmos apenas risadas masculinas ou de mulheres que, evidentemente, não estavam nessa faixa etária.
Nesse aspecto, gostei muito mais da peça "Os homens são de Marte e é para lá que eu vou". O texto não pretende ser um retrato fiel das mulheres que já passaram dos trinta e gira em torno de Fernanda, personagem fictícia que aborda muito bem alguns dos nossos dilemas... Essa eu recomendo.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Inaugurando...
Inaugurando um novo espaço para postar um pouquinho de arte. Pena não ter fotografado todas as peças, mas de agora em diante não vou deixar passar a oportunidade.
A princípio, peças criadas utilizando técnicas de pintura em madeira e decoupage, fazendo uso de diversos materiais: velas, panos e escovas de dente, todos usados para compor os diferentes estilos.
A princípio, peças criadas utilizando técnicas de pintura em madeira e decoupage, fazendo uso de diversos materiais: velas, panos e escovas de dente, todos usados para compor os diferentes estilos.
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