Toda escolha é uma perda. Resta-nos escolher entre as perdas. Talvez tenhamos que nos decidir pelo tamanho: entre as perdas, a menor. Pelo aspecto: entre as perdas, a melhor (se é que existe melhor nessa história de perdas). Pelo financeiro: entre as perdas, a de menor prejuízo. Pelo aspecto afetivo: entre as perdas, a menos dolorosa. Pelo aspecto prático: o que nos dê menos dor de cabeça.
Mas é possível que estejamos fazendo as escolhas erradas... o menos, o menor, o ínfimo.
Proponho uma alternativa... escolhamos o mais. O que nos dê mais prazer. O que nos proporcione mais amor. O que nos possibilite mais ócio. O que nos traga mais conhecimento. E se ainda assim, não for possível conciliar tudo e tivermos que fazer uma escolha, decidamos pelo caminho que nos ofereça mais de nós. Antes de conquistar o mundo, conquistemos a nós mesmos.
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