domingo, 18 de julho de 2010

Teatro

Acabei de assistir à peça "Novas confissões das mulheres de 30". Sinceramente não me identifiquei com tipo algum. Que mulheres de 30 mais derrubadas.

Levando em consideração que o texto se baseia em relatos de mulheres reais, fico triste em ver tanta falta de autoestima. Nenhum dos tipos retratados pareceu-me forte ou independente, como a maioria das trintonas que vejo por aí. Felizes e seguras, conhecem suas limitações e estimam suas potencialidades, correm atrás da realização, tornam-se profissionais cada vez mais competentes, são exigentes quanto aos seus relacionamentos, mantêm uma vida saudável e cultuam corpos que podem causar inveja a muita adolescente da geração fast-food, ampliam horizontes, procuram vínculos verdadeiros e aprofundam seus conhecimentos. Com uma exceção ou outra, são essas as mulheres de trinta que conheço.

Estranhamente a peça me levou a pensar que não eram confissões, mas estereótipos das mulheres de 30. Talvez isso explique o fato de ouvirmos apenas risadas masculinas ou de mulheres que, evidentemente, não estavam nessa faixa etária.

Nesse aspecto, gostei muito mais da peça "Os homens são de Marte e é para lá que eu vou". O texto não pretende ser um retrato fiel das mulheres que já passaram dos trinta e gira em torno de Fernanda, personagem fictícia que aborda muito bem alguns dos nossos dilemas... Essa eu recomendo.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Inaugurando...

Inaugurando um novo espaço para postar um pouquinho de arte. Pena não ter fotografado todas as peças, mas de agora em diante não vou deixar passar a oportunidade.

A princípio, peças criadas utilizando técnicas de pintura em madeira e decoupage, fazendo uso de diversos materiais: velas, panos e escovas de dente, todos usados para compor os diferentes estilos.