Acabei de assistir à peça "Novas confissões das mulheres de 30". Sinceramente não me identifiquei com tipo algum. Que mulheres de 30 mais derrubadas.
Levando em consideração que o texto se baseia em relatos de mulheres reais, fico triste em ver tanta falta de autoestima. Nenhum dos tipos retratados pareceu-me forte ou independente, como a maioria das trintonas que vejo por aí. Felizes e seguras, conhecem suas limitações e estimam suas potencialidades, correm atrás da realização, tornam-se profissionais cada vez mais competentes, são exigentes quanto aos seus relacionamentos, mantêm uma vida saudável e cultuam corpos que podem causar inveja a muita adolescente da geração fast-food, ampliam horizontes, procuram vínculos verdadeiros e aprofundam seus conhecimentos. Com uma exceção ou outra, são essas as mulheres de trinta que conheço.
Estranhamente a peça me levou a pensar que não eram confissões, mas estereótipos das mulheres de 30. Talvez isso explique o fato de ouvirmos apenas risadas masculinas ou de mulheres que, evidentemente, não estavam nessa faixa etária.
Nesse aspecto, gostei muito mais da peça "Os homens são de Marte e é para lá que eu vou". O texto não pretende ser um retrato fiel das mulheres que já passaram dos trinta e gira em torno de Fernanda, personagem fictícia que aborda muito bem alguns dos nossos dilemas... Essa eu recomendo.
domingo, 18 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Inaugurando...
Inaugurando um novo espaço para postar um pouquinho de arte. Pena não ter fotografado todas as peças, mas de agora em diante não vou deixar passar a oportunidade.
A princípio, peças criadas utilizando técnicas de pintura em madeira e decoupage, fazendo uso de diversos materiais: velas, panos e escovas de dente, todos usados para compor os diferentes estilos.
A princípio, peças criadas utilizando técnicas de pintura em madeira e decoupage, fazendo uso de diversos materiais: velas, panos e escovas de dente, todos usados para compor os diferentes estilos.
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