Acabei de assistir à peça "Novas confissões das mulheres de 30". Sinceramente não me identifiquei com tipo algum. Que mulheres de 30 mais derrubadas.
Levando em consideração que o texto se baseia em relatos de mulheres reais, fico triste em ver tanta falta de autoestima. Nenhum dos tipos retratados pareceu-me forte ou independente, como a maioria das trintonas que vejo por aí. Felizes e seguras, conhecem suas limitações e estimam suas potencialidades, correm atrás da realização, tornam-se profissionais cada vez mais competentes, são exigentes quanto aos seus relacionamentos, mantêm uma vida saudável e cultuam corpos que podem causar inveja a muita adolescente da geração fast-food, ampliam horizontes, procuram vínculos verdadeiros e aprofundam seus conhecimentos. Com uma exceção ou outra, são essas as mulheres de trinta que conheço.
Estranhamente a peça me levou a pensar que não eram confissões, mas estereótipos das mulheres de 30. Talvez isso explique o fato de ouvirmos apenas risadas masculinas ou de mulheres que, evidentemente, não estavam nessa faixa etária.
Nesse aspecto, gostei muito mais da peça "Os homens são de Marte e é para lá que eu vou". O texto não pretende ser um retrato fiel das mulheres que já passaram dos trinta e gira em torno de Fernanda, personagem fictícia que aborda muito bem alguns dos nossos dilemas... Essa eu recomendo.
Oi, Fê!!!!
ResponderExcluirOlha, faz tempo que não vou ao teatro, há várias peças que estou interessado em assistir, mas não tenho ido por falta de uma boa companhia...quando você estiver pensando em assistir algo, me avise, talvez possamos ir juntos.
Sobre as peças que você citou, ouvi comentários de pessoas que já as assistiram e falaram coisas muito parecidas com as que você disse.
Beijo, tô xeretando por aqui...